Dona do céu, eu quase choro quando me deparei com a coleção medieval... (foi uma recaída como professora de História, coisa que eu vou superar) as fotos confirmam o que eu falo.
Como se não bastasse a belíssima coleção de Ricardo Brennand, o primo Francisco Brennand fez de sua oficina um espetáculo a parte... Sentir-me na Índia em determinado momentos e dentro dos quadros de Salvador Dali em outros, enfim tive até o privilegio de tirar uma foto com ele, a principio pensei que era o velho do Rio, de pantanal, meus amigos insistiram em dizer que era o papai Noel, acabamos por chamá-lo de bom velhinho pela gentileza e a simplicidade com que nos cumprimentou.
Recife foi uma surpresa, uma vez que pensei que ia repeti o que já tinha visto, mas a novidade foi à visita ao parque, até hoje eu fico me perguntando como foram me convencer a pagar para sofrer?
Sim, pois em alguns brinquedos eu fiquei realmente duvidando se meu coração ia continuar a bater...
Mas turista é bicho besta mesmo, em nome da diversão nem se dá conta das besteiras que faz... Vai lá entender né?.
Fim de estadia em Recife, pé na estrada para Maceió...









